A Beija‑Flor de Nilópolis chamou atenção na segunda noite de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro ao apresentar uma estrutura tecnológica de alto custo que custou mais de R$ 1 milhão e teve papel central em um dos momentos mais impactantes da sua passagem pela **Marquês de Sapucaí.
A peça, montada sobre o chassi de um ônibus escolar, foi projetada com sistemas hidráulicos e eletrônicos sofisticados para transformar um barco na imagem de Iemanjá durante o desfile, representando parte do enredo que remete ao ritual do Bembé e às tradições afro-brasileiras. A tecnologia envolvida permitiu que a transformação ocorresse repetidas vezes ao longo da avenida, criando um destaque visual que se tornou um dos pontos altos da apresentação.
A criação do mecanismo levou cerca de três meses de preparação e contou com a operação de computadores e mecanismos controlados para conduzir a mudança do cenário diante do público presente na Sapucaí.
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